Como é que está a sua auto-estima?
Já ouvi dizer que timidez é conseqüencia de auto-estima baixa, não sei se chega a ser verdade, mas na minha adolescência eu costumava comprar aquelas revistas astrológicas que vinham com algumas simpatías e entre elas, as relacionadas à timidez: "Como perder a timidez em uma semana/mês/ano". Na verdade eu nunca acreditei nessas coisas, eu só comprava essas revistas porque o que falavam das características do meu signo "batiam" com as minhas características. Mas numa dessas simpatías, havia uma que era tão simples, mas tão simples que eu achava que nunca daria certo, então deixei de lado essa história de simpatía. Porém, sem perceber, com o passar do tempo eu acabei fazendo tudo o que sugeria naquela revista. Na verdade não é uma simpatía e sim algo que somos capazes de realizar com o poder da mente (Ohhhh :D). Isso eu acabei aprendendo num livro que li há alguns meses atrás chamado "O Segredo/The Secret".
A idéia tanto da revista que eu li quanto do livro é a de "apagar" todos os nossos defeitos ou os defeitos que achamos que temos e pensarmos somente no que temos de melhor.
Na minha adolescência eu me achava tão, mas tão inferior, que não conseguia encontrar nada de bom em mim. Isso acabava se refletindo para fora, porque as pessoas tampouco conseguiam ver que eu tinha qualidades. Eu me preocupava muito com o que as pessoas iriam pensar. Eu deixava de me arrumar do jeito que eu queria por vergonha de alguém dizer alguma coisa (ou boa ou ruim) sobre mim. Detestava a idéia de ouvir alguém dizer "Nossa, que roupa estranha!" ou até um "Nossa, como ela tá bonita!". A idéia de que alguém iria perceber a minha mudança me fazia continuar com o cabelo preso, roupas folgadas e sem nem um pingo de feminilidade.
Uma vez decidi passar bem de leve um batom, mas bem de leve mesmo! Então, um garoto que estudava comigo percebeu e falou para o outro "Olha! Ela já tá até usando batonzinho!" Episódios como este me impediam de usar, fazer ou vestir o que eu quisesse.
Quando terminei o colegial, eu comecei aos poucos a olhar para mim mesma, a me vestir com as roupas que eu gostava, a fazer várias coisas diferentes com o meu cabelo (menos pintar, é claro :P), coisas que eu nunca tinha feito. Mas eu não fazia isso na hora de sair pra algum lugar, eu fazia isso pra mim mesma, pra me ver no espelho. Aí eu fui descobrindo que eu tinha qualidades...
Era chegada a hora, então, de descobrir outros "talentos"... descobri que tudo o que eu gostava de fazer eu fazia bem. Se bem que se a gente não gosta do que está fazendo, obviamente não irá fazê-lo bem. Comecei a fazer cursos e a fazer novas amizades e descobri que eu não era uma zero-à-esquerda, que as pessoas podiam gostar de mim, que eu podia ser legal para elas. Comecei a trabalhar e descobri que eu era uma pessoa eficiente no que fazia.
Assim, eu fui juntando tudo o que eu tinha de melhor e só pensando nessas coisas. Confesso que ainda me sinto inferior em algumas situações, talvez seja pela timidez ou mesmo por alguma falta de auto-estima que ainda esteja aqui dentro, mas muitas vezes eu paro e volto a pensar no que eu tenho de bom. Às vezes funciona, às vezes não, mas assim é a vida. Quem nunca caiu alguma vez?...
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
"Espelho, espelho meu..."
Marcadores:
Timidez,
Vencendo,
Vivendo e Aprendendo
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Do que você gosta?
Eu gosto...
Conversar, com certeza, é uma das coisas mais difíceis para quem é tímido, principalmente se for com desconhecidos. Mas a maior dificuldade, creio eu, não é nossa em fazer amizades, mas sim da pessoa que "tenta" fazer amizade conosco.
Eu confesso, também, que eu não sou nada fácil. Uma amiga minha me disse que pra conseguir a minha amizade foi bem difícil, mas o interessante é que eu não acho que tenha sido tão difícil assim, já que ela soube o quê e como conversar comigo.
Pela experiência que eu tive com minhas amizades e como algumas deram certo e outras não, eu poderia afirmar que o primeiro passo e talvez, o mais importante, é perguntar o que o tímido gosta; o que gosta de fazer em seu tempo livre; o tipo de música favorito; programa de TV predileto; gosta de filmes, livros (que tipo?), esportes? Do que você gosta? É um ótimo passo pra quem quer fazer amizade com uma pessoa tímida. Falando das coisas de que gosta fica muito mais fácil de se soltar, descontrair.
Mas infelizmente tem pessoas que não sabem como tratar os tímidos. Pensam que somos seres indefesos e que temos de ser tratados como bebês. É tão constrangedor! (não sei se pra mim ou pra quem o faz)
Um dos temas que me deixam "tagarela" é quando me perguntam que tipo de música ou cantor eu curto. Daí não tem outra: é Thalía na veia! ha ha XD Até eu me surpreendo! Minha timidez até desaparece quando estou falando com desconhecidos sobre algo que eu gosto e conheço bastante. Então, nessas conversas vão aparecendo outras, e mais outras, e mais outras... até que se descobre algum tipo de afinidade (mesmo que não seja musical :D). É bom para o tímido e também para a pessoa que conversa com o tímido, porque descobre um lado mais solto e divertido, que por vezes, nós escondemos das pessoas.
Você que não é tímido(a) já tentou fazer essa experiência?
E aí? Do que você gosta?
Conversar, com certeza, é uma das coisas mais difíceis para quem é tímido, principalmente se for com desconhecidos. Mas a maior dificuldade, creio eu, não é nossa em fazer amizades, mas sim da pessoa que "tenta" fazer amizade conosco.
Eu confesso, também, que eu não sou nada fácil. Uma amiga minha me disse que pra conseguir a minha amizade foi bem difícil, mas o interessante é que eu não acho que tenha sido tão difícil assim, já que ela soube o quê e como conversar comigo.
Pela experiência que eu tive com minhas amizades e como algumas deram certo e outras não, eu poderia afirmar que o primeiro passo e talvez, o mais importante, é perguntar o que o tímido gosta; o que gosta de fazer em seu tempo livre; o tipo de música favorito; programa de TV predileto; gosta de filmes, livros (que tipo?), esportes? Do que você gosta? É um ótimo passo pra quem quer fazer amizade com uma pessoa tímida. Falando das coisas de que gosta fica muito mais fácil de se soltar, descontrair.
Mas infelizmente tem pessoas que não sabem como tratar os tímidos. Pensam que somos seres indefesos e que temos de ser tratados como bebês. É tão constrangedor! (não sei se pra mim ou pra quem o faz)
Um dos temas que me deixam "tagarela" é quando me perguntam que tipo de música ou cantor eu curto. Daí não tem outra: é Thalía na veia! ha ha XD Até eu me surpreendo! Minha timidez até desaparece quando estou falando com desconhecidos sobre algo que eu gosto e conheço bastante. Então, nessas conversas vão aparecendo outras, e mais outras, e mais outras... até que se descobre algum tipo de afinidade (mesmo que não seja musical :D). É bom para o tímido e também para a pessoa que conversa com o tímido, porque descobre um lado mais solto e divertido, que por vezes, nós escondemos das pessoas.Você que não é tímido(a) já tentou fazer essa experiência?
E aí? Do que você gosta?
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Cidade Pequena
Oi gente! Estou aqui de volta depois de uma looooonga viagem de quase três meses que fiz com a minha mãe para a casa da minha avó. Desculpa por não dar notícias, mas uma das razões de eu ter aceito ir a essa viagem com ela foi para eu me afastar um pouco deste mundo virtual (por vontade própria, viu? que conste. :P), o qual, lhes confesso, eu estava já ficando viciada. E como vícios (seja do que for) não fazem bem, o melhor é se afastar e se distrair um pouco (ou muito, que foi o meu caso).
Bom, de vez em quando eu faço essa viagem com ela para sua cidade Natal, a Bahia. Lá até que tem Lan Houses, mas eu nem me atrevi a chegar perto. E pra falar a verdade nem me interessou muito, já que o que valia a pena mesmo eram as paisagens do lugar. Era tão bom olhar para as nuvens e vê-las tão branquinhas... olhar para o céu e vê-lo tão azul... e as estrelas?.... nem se fala...
Se respira melhor.
O interessante da cidade é que ela vive em festa. Como não se tem muita coisa pra fazer, o jeito é festejar. Meu Deus! Era festa todos os dias. Soltavam fogos, faziam fogueira... era festa de Santo Antônio, São João, São Pedro e até Carnaval fora de época. Festa do aniversário da cidade e até festa de inauguração de uma Biblioteca. Teve até orquestra sinfônica!
Mas... tímidos e tímidas de todo o Brasil, se vocês se sentem constrangidos quando alguém os olha na rua (ou simplesmente imaginam que alguém os olha na rua), lamento informar-lhes que cidade pequena não é um lugar adequado para nós. Melhor refugiarmo-nos nas maiores cidades possíveis.
As minhas experiências nessa cidade frente ao público não são das melhores. Se você se sente tímido numa cidade grande, imagine na pequena! Um lugar onde todo mundo conhece todo mundo, quando um paulista entra em campo, os habitantes logo percebem. É como se fosse um ET aterrissando. As pessoas até querem tocar pra ver se é de verdade. (:D) E olha que eu estou falando sério.
Fora isso, é um bom lugar quando se quer tranqüilidade. Por certo, gostaria de recomendar um livro que eu já estou quase na fase final da leitura. Se chama "A Sombra do Vento". Um livro que te prende o tempo inteiro, não há um só momento de "descanso", ou seja, a todo instante tem um novo acontecimento que te surpreende. Vale a pena. O autor é Carlos Ruiz Zafón.
Por hoje é só. E por fim...
Bom, de vez em quando eu faço essa viagem com ela para sua cidade Natal, a Bahia. Lá até que tem Lan Houses, mas eu nem me atrevi a chegar perto. E pra falar a verdade nem me interessou muito, já que o que valia a pena mesmo eram as paisagens do lugar. Era tão bom olhar para as nuvens e vê-las tão branquinhas... olhar para o céu e vê-lo tão azul... e as estrelas?.... nem se fala...
Se respira melhor.
O interessante da cidade é que ela vive em festa. Como não se tem muita coisa pra fazer, o jeito é festejar. Meu Deus! Era festa todos os dias. Soltavam fogos, faziam fogueira... era festa de Santo Antônio, São João, São Pedro e até Carnaval fora de época. Festa do aniversário da cidade e até festa de inauguração de uma Biblioteca. Teve até orquestra sinfônica!
Mas... tímidos e tímidas de todo o Brasil, se vocês se sentem constrangidos quando alguém os olha na rua (ou simplesmente imaginam que alguém os olha na rua), lamento informar-lhes que cidade pequena não é um lugar adequado para nós. Melhor refugiarmo-nos nas maiores cidades possíveis.
As minhas experiências nessa cidade frente ao público não são das melhores. Se você se sente tímido numa cidade grande, imagine na pequena! Um lugar onde todo mundo conhece todo mundo, quando um paulista entra em campo, os habitantes logo percebem. É como se fosse um ET aterrissando. As pessoas até querem tocar pra ver se é de verdade. (:D) E olha que eu estou falando sério.
Fora isso, é um bom lugar quando se quer tranqüilidade. Por certo, gostaria de recomendar um livro que eu já estou quase na fase final da leitura. Se chama "A Sombra do Vento". Um livro que te prende o tempo inteiro, não há um só momento de "descanso", ou seja, a todo instante tem um novo acontecimento que te surpreende. Vale a pena. O autor é Carlos Ruiz Zafón.
Por hoje é só. E por fim...
terça-feira, 15 de março de 2011
Ahh... A infância...
Que maravilha é ser criança!
Sabem qual é a diferença entre ser criança e ser adulto? Muitos diriam que as crianças brincam, se divertem e estudam e já os adultos apesar de também terem seus momentos de diversão, têm responsabilidades, trabalho, contas a pagar etc, etc...
De vez em quando, aos finais de semana, as minhas primas vem nos visitar e trazem os filhos ainda pequenos (de 3 a 13 anos de idade). Como todo tímido que se preze, eu sou péssima para "fazer sala" para as visitas; geralmente quem faz isso é a minha mãe. Se o assunto entre elas estiver interessante e eu tiver o que comentar, eu participo, mas se não for o caso, eu prefiro estar junto das crianças.
Acredito que tanto uma parte quanto a outra já conhecem muito bem o meu jeito de ser, ou seja, quando vêem que eu estou interessada em conversar, aí a ala dos "adultos" me chamam pra "bater papo", mas se eu estiver meio quietinha no meu canto, aí a ala das "crianças" me chamam para brincar.
Esta semana não foi diferente. Neste caso eu estava mais quieta, até que meu primo me perguntou por um jogo da Mônica que eu tenho guardado em casa, então eu fui buscar pra ele brincar com as outras crianças e o deixei no chão. Logo, meu primo apareceu e me chamou para brincar com eles e, sem pestanejar, eu fui ( o que já não é novidade :P).
Não sei se é só pela minha timidez que eu prefiro e acho mais fácil estar com as crianças, mas talvez seja também porque aos 11 anos de idade eu tive que mudar de escola. A mudança foi bastante drástica na época. Na escola onde eu estudava, pessoas entre 10 e 14 anos todavía eram crianças como eu era; brincavam de pega-pega, esconde-esconde, boneca, carrinho, pipa, amarelinha... mas quando eu cheguei na nova escola, crianças entre 10 e 14 anos já pareciam pessoas mais desenvolvidas, adultas, não brincavam de nada, só pensavam em namorar, ficar, e então essa foi mais uma razão pela qual eu não conseguia fazer amizade com as pessoas da minha idade naquela época. Eu não via as pessoas correndo pelo pátio, não via nada do que eu via na outra escola. A única vez em que eu via crianças correndo pelo pátio era em aulas vagas e eram crianças de 7 anos, e no caso eu já estava com 14, porém eu pensava comigo "Nossa! Eu adoraria que eles me chamassem para brincar!", mas nada acontecia.
Eu acredito que se o Peter Pan tivesse me chamado para viver com ele na Terra do Nunca naquele dia eu iria sem pensar duas vezes! ^_^
Voltando ao assunto de "fazer sala". Este sábado eu praticamente fui "obrigada" a fazer sala para uns primos que eu ainda não conhecia, mas que me foram apresentados pelo meu pai. Minha mãe tinha saído e meu pai me deixou sozinha com o casal de irmãos desconhecidos. Chamei eles (meio sem querer chamar) para ir para a sala (já que entraram pela cozinha), fiz de conta que ia arrumar a televisão e depois me sentei. Dei um sorriso (meio sem querer dar), até que a minha prima (desconhecida até então) começou a puxar assunto, depois meu primo, que ele sorria tanto ao falar que nem conseguia fechar a boca. Logo, para o meu alívio, chegou a minha mãe (a "fazedora de salas" profissional) e depois o meu irmão. Ufa! Estava livre de inventar novos assuntos! Se bem que, para a minha sorte, eram eles que inventavam... :D
Eles me pareceram muito simpáticos, mas acredito que eu teria me saído melhor se eles não tivessem me pegado de surpresa num dia em que eu estava desarrumada, gripada e, ainda por cima, com um marca enorme da picada de um pernilongo na minha bochecha. Que dia excelente para visitas!
No final das contas, eu acho que, na verdade, independentemente de eu ser ou não tímida ou de superar ou não a timidez algum dia, sempre existirá na minha alma aquela criança que eu fui e que de vez em quando "aparece" no meio de brincadeiras em família. Esta é, na verdade, uma das coisas que eu não pretendo mudar em mim...
Bom, no meu caso eu diria que a diferença entre os dois é que, a única coisa que as crianças precisam fazer para se enturmar é inventar/criar novas brincadeiras para passar o tempo. Já os adultos para se enturmarem, precisam inventar/criar novas conversas/assuntos para passar o tempo.
De vez em quando, aos finais de semana, as minhas primas vem nos visitar e trazem os filhos ainda pequenos (de 3 a 13 anos de idade). Como todo tímido que se preze, eu sou péssima para "fazer sala" para as visitas; geralmente quem faz isso é a minha mãe. Se o assunto entre elas estiver interessante e eu tiver o que comentar, eu participo, mas se não for o caso, eu prefiro estar junto das crianças.
Acredito que tanto uma parte quanto a outra já conhecem muito bem o meu jeito de ser, ou seja, quando vêem que eu estou interessada em conversar, aí a ala dos "adultos" me chamam pra "bater papo", mas se eu estiver meio quietinha no meu canto, aí a ala das "crianças" me chamam para brincar.
Esta semana não foi diferente. Neste caso eu estava mais quieta, até que meu primo me perguntou por um jogo da Mônica que eu tenho guardado em casa, então eu fui buscar pra ele brincar com as outras crianças e o deixei no chão. Logo, meu primo apareceu e me chamou para brincar com eles e, sem pestanejar, eu fui ( o que já não é novidade :P).
Não sei se é só pela minha timidez que eu prefiro e acho mais fácil estar com as crianças, mas talvez seja também porque aos 11 anos de idade eu tive que mudar de escola. A mudança foi bastante drástica na época. Na escola onde eu estudava, pessoas entre 10 e 14 anos todavía eram crianças como eu era; brincavam de pega-pega, esconde-esconde, boneca, carrinho, pipa, amarelinha... mas quando eu cheguei na nova escola, crianças entre 10 e 14 anos já pareciam pessoas mais desenvolvidas, adultas, não brincavam de nada, só pensavam em namorar, ficar, e então essa foi mais uma razão pela qual eu não conseguia fazer amizade com as pessoas da minha idade naquela época. Eu não via as pessoas correndo pelo pátio, não via nada do que eu via na outra escola. A única vez em que eu via crianças correndo pelo pátio era em aulas vagas e eram crianças de 7 anos, e no caso eu já estava com 14, porém eu pensava comigo "Nossa! Eu adoraria que eles me chamassem para brincar!", mas nada acontecia.
Eu acredito que se o Peter Pan tivesse me chamado para viver com ele na Terra do Nunca naquele dia eu iria sem pensar duas vezes! ^_^
Voltando ao assunto de "fazer sala". Este sábado eu praticamente fui "obrigada" a fazer sala para uns primos que eu ainda não conhecia, mas que me foram apresentados pelo meu pai. Minha mãe tinha saído e meu pai me deixou sozinha com o casal de irmãos desconhecidos. Chamei eles (meio sem querer chamar) para ir para a sala (já que entraram pela cozinha), fiz de conta que ia arrumar a televisão e depois me sentei. Dei um sorriso (meio sem querer dar), até que a minha prima (desconhecida até então) começou a puxar assunto, depois meu primo, que ele sorria tanto ao falar que nem conseguia fechar a boca. Logo, para o meu alívio, chegou a minha mãe (a "fazedora de salas" profissional) e depois o meu irmão. Ufa! Estava livre de inventar novos assuntos! Se bem que, para a minha sorte, eram eles que inventavam... :D
Eles me pareceram muito simpáticos, mas acredito que eu teria me saído melhor se eles não tivessem me pegado de surpresa num dia em que eu estava desarrumada, gripada e, ainda por cima, com um marca enorme da picada de um pernilongo na minha bochecha. Que dia excelente para visitas!
No final das contas, eu acho que, na verdade, independentemente de eu ser ou não tímida ou de superar ou não a timidez algum dia, sempre existirá na minha alma aquela criança que eu fui e que de vez em quando "aparece" no meio de brincadeiras em família. Esta é, na verdade, uma das coisas que eu não pretendo mudar em mim...
Assinar:
Postagens (Atom)